Pesquisas Eleitorais

 
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INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS
O equívoco mais comum na leitura dos dados de uma pesquisa eleitoral é divulgar tendência de subida ou queda de determinada candidatura a partir de diferenças mínimas no resultado, que não caracterizam estatisticamente uma tendência.

Só é possível chegar à conclusão de que uma candidatura está crescendo ou caindo se houver vários períodos consecutivos de aferição, com pelo menos três deles seguindo na mesma direção. Por exemplo: em uma sequência de cinco pesquisas, se o candidato A registrar, respectivamente, 32%, 30%, 31%, 29% e 30% das intenções de voto, não se pode afirmar que há uma tendência de crescimento ou queda: a oscilação dos resultados está dentro das margens de erro da pesquisa. Se o referido candidato obtivesse 32%, 33%, 34%, 36% e 38%, mesmo as diferenças estando dentro das margens de erro das pesquisas, neste caso estaria diagnosticada uma tendência de crescimento.

Assim, para se dizer que um determinado candidato cresceu ou caiu sem errar, é preciso analisar a evolução do seu desempenho numa série de pesquisas e não somente comparar, isoladamente, a pesquisa atual em relação à anterior.